terça-feira, 1 de dezembro de 2015

BOOK LOVERS: AS CRÔNICAS DE BANE


Hoje tem Resenha das Crônicas de Bane, yey ♥
Cassandra Clare possui uma imaginação e tanto não é?  Nese livro a autora escreve em parceria com duas autoras e nos mostra porque Bane é o nosso bruxo favorito.
As Crônicas de Bane é o segundo livro extra publicado, depois de "CODEX" . Ele acontece  antes dos acontecimentos de As Peças Infernais e nos oferece a oportunidade de conhecer melhor a personalidade, as motivações e experiências e a essência do feiticeiro que sempre esteve ao lado dos nossos Caçadores de Sombras, sempre pronto a ajudar.  Magnus é bem humorado, intenso e apaixonado, impossível não adora-lo.
Título: As Crônicas de Bane | Autoras: Cassandra Clare, Sarah Rees Brennan e Maureen Johnson |Editora: Galera Record | Páginas: 372 | Ano Brasil: 2014.



Vou tentar fazer um breve resumo sobre o que vocês vão encontrar em cada uma das crônicas que compõem o exemplar, pode ter um pouquinho bem pouco spoiller:

► O que realmente aconteceu no Peru
 Ela abre o livro, e se passa no século XVIII onde vemos Bane despreocupado e boêmio em inúmeras desventuras no país sul americano. Na companhia dos amigos feiticeiros Ragnor Fell e Catarina Loss.
Magnus entra em florestas, se aventura como pirata, viaja de tapete voador e, é claro, tem bebedeiras memoráveis, além de um coração partido. O leitor acaba descobrindo por que Ragnor Fell nunca mais foi muito afeito a viagens na companhia de Magnus, e também se familiariza com o histórico de como o feiticeiro Bane acabou sendo banido para sempre do Peru, achei um poquinho tediante, mais pra começo tá okay né?

► A Rainha Fugitiva 
Essa Crônica acontece antes de sua viagem ao Peru, pois ela foi consequência do ocorrido aqui. Vemos uma tentativa de fuga caótica de Maria Antonieta, juntamente da família real de Paris; um clã de vampiros aristocráticos e malvados que querem seus desejos atendidos; e um balão; culminam num grande pandemônio o que leva Bane a ser expulso de Paris, acreditam?

► Vampiros, Bolinhos e Edmund Herondale 
Este é o texto que nos brinda com a história de como Magnus conheceu Camille Belcourt, a louca vampira que sempre detestei. Além disso, também damos de cara com um garoto de cabelo “louro e de olhos azuis como o crepúsculo no paraíso” – segundo as próprias palavras de Bane. Para quem precisa de uma ajudinha na memória, o jovem Edmund Herondale é aquele que mais tarde se tornaria pai do atormentado e irresistível Will, de Peças Infernais, Will teve a quem puxar, teve mesmo esses Herondales ganham meu coração. Vemos comos os pais de Will se conheceram e sobre todo o sofrimento de Edmund para tomar a decisão mais difícil de sua vida por amor ( triplicando). Temos um vislumbre de Charlotte, ainda criança, e também alguns antepassados que carregavam os sobrenomes como Morgenstern, Fairchild, Herondale, De Quincey, OMG!

► O Herdeiro da meia-noite 
Essa crônica é focada em um Herondale amaldiçoado para nossa lista de rebeldes desta linhagem por quem suspiramos. Aqui, somos apresentados ao James, o filho de Tessa e Will, e recebemos a prova de que o drama dos garotos Herondale é algo carregado no sangue.( eles não são nem um pouco normais). James está extremamente deprimido e como todos os outros garotos da linhagem, esconde-se atrás da máscara de arrogância e imprudência. Mas James eleva tudo isso a décima potência e cabe a Magnus mantê-lo seguro até que consiga falar com os pais do rapaz que mal sabem do babado. Vemos o Papai Will, os  Lightwood pra complicar. 

► Ascensão do Hotel Dumort 
 Esta e as próximas duas crônicas se passam em tempos diferentes, mas possuem o luxuoso hotel como pano de fundo. A primeira narra os acontecimentos que acabaram resultando no hotel como o local decrépito habitado pelo clã de vampiros de Nova York que conhecemos em Instrumentos Mortais, onde SIMON passou algumas horas.
 Esse Magnus está fanfarrão ( Jack Sparrow)  burlando a Lei Seca dos Estados Unidos e oferecendo festas intermináveis ( FERVO) enquanto um feiticeiro enlouquecido busca desesperadamente uma forma de ir para Pandemônio e humanos se afundam na grande quebra da bolsa.

► Salvando Raphael Santiago 
Essa crônica foca-se no personagem que conhecemos como o vampiro líder do clã de Nova York em Os Instrumentos Mortais e em como Magnus acabou salvando-o, fato que tomamos conhecimento mesmo que sem muitos detalhes em Cidade do Fogo Celestial o que parte meu coração em pedaços. Quando li essa crônica passei a gostar do Raphael, a história dele me comoveu, sempre foi um líder nato, aos 15 anos saiu de casa para caçar um monstro que aterrorizava sua vizinhança e acabou se tornando um vampiro.Vemos o quanto os anos -o fizeram a amadurecer.

► A queda do Hotel Dumort
 Este é um dos textos mais fortes. Após longas férias pelo mundo, Magnus retorna a Nova York para encontrar uma cidade afundada em violência e mortes misteriosas. Camille é líder do clã dos vampiros e apesar da crença de que vampiros não são suscetíveis a vícios, se eles beberem do sangue de um humano drogado, esta se instala em seu organismo e vira uma zueira só. Vemos uma Camille  viciada e leva todos os vampiros de seu clã a fazer o mesmo, causando a morte de inúmeros mundanos, viciando-os no pó branco para após drená-los lentamente. Um horror que só que faz Magnus se unir aos licantropes tentando salvar os vampiros antes que a informação chegue ao Instituto e os Nefilins deem conta do serviço do seu jeito.

► O que comprar para o caçador de sombras que já tem tudo
 – É uma história sobre Alec Magnus. PAUSA ♥♥♥♥♥♥♥♥♥ É muito fofo ver o lado de Magnus e o quanto ele se afeiçoou a Alec desde o começo. Eu que nunca fui muito fã de Alec acabei gostando dele um pouco mais pelo Magnus, que busca o presente ideal de aniversário para seu mais novo interesse amoroso, enquanto um demônio invocado em sua sala decora o ambiente e dá palpites furados. Vemos a relação e todo preconceito em namorar um caçador de sombras o primeiro de Magnus, a relação dos dois na série também é muito bonita.

► A última Batalha do Instituto de NY
 Essa se passa em 1989 e, finalmente, temos a oportunidade de assistir de camarote ao Círculo, liderado por Valentine, em ação contra os membros do submundo da maior cidade do mundo. Vemos personagens como Lucian, Jocelyn, Valentine, Stephen Herondale e o casal Lightwood, Robert e Marlise, ao lado dos demais membros do grupo, estão atacando inúmeras cidades sem piedade e chegam à cidade de Magnus para colocar suas crenças distorcidas em prática. Em um ataque ao esconderijo licantrope, Magnus acaba conhecendo os membros do círculo quando corre em defesa dos seus colegas do submundo. Mortes, traições e até mesmo algumas ironias do destino são relatados nesta crônica e nos leva a entender tudo que ocorreu no futuro. Foi dividida em duas partes, a segunda se passa após a Ascensão, no ano de 1993, quando Jocelyn vai com a bebê Clary até Magnus pedir ajuda e acaba conhecendo Tessa, ( nossa Tessa) que convence Magnus a ajudá-la, além de buscar Jem para que auxilie no processo.

► Os rumos do amor verdadeiro (os primeiros encontros)
Um começo de relacionamento nem sempre é fácil não é mesmo? Aqui vemos um Alec extremamente atrapalhado e nervoso, além de atrasado para o primeiro encontro. Aqui temos um garçom fazendo de tudo para estragar o encontro, um ex enfurecido dando as caras e uma caçada a uma licantrope descontrolada não é bem o pano de fundo ideal para a primeira vez que você sai com seu amado. Mas eles são Magnus e Alec, e conseguem... será mesmo?

► O correio de voz de Magnus Bane 
 Super pessoal, nos mostra detalhadamente as mensagens de voz acumuladas no correio de voz do feiticeiro no período entre Cidade das Almas Perdidas e Cidade do Fogo Celestial.
Vemos as mensagens de Isabele, Alec, Jace, Clary, Simon e até mesmo, da mãe de Alec, Marlise, todos em prol da união MALEC. Adorei a ligação com os outros livros e nos faz entender melhor os dias que antecedem o primeiro capítulo do último livro de Os Instrumentos Mortais, apenas quero mais.

Foi muito gostosa a leitura desse livro, pude reencontrar personagens tão queridos para nós leitores e poder saber mais sobre eles. Eu acabei não tendo mais dúvidas de que os Herondale são a linhagem de homens mais atormentados e atraentes que já existiram na literatura moderna e é impossível não suspirar por todos eles. 
Adorei a frase que o Magnus fala: “E o Anjo desceu do céu e deu abdomes fantásticos a seus escolhidos”. Ou esse diálogo: "- Você está na moda? Parece estar. - Não. Eu sou a moda."

E eu preciso falar da apresentação do exemplar? A capa é tão diva quanto o protagonista,com as coisinhas holográficas, que é o diferencial da saga. Possui algumas páginas ilustradas e super recomendo, se você é fã precisa ter, já to com vontade de ler novamente. Algumas referências extraídas do Recanto da Mi.
Espero que gostem, Beijinhos;*

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